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Obrigado por fazer parte da Coorte

Desde 2019, mães, crianças e famílias de Rio Grande nos ajudam a entender como a saúde e o cuidado mudam ao longo da vida. Esta página é para vocês: o que já aprendemos juntos, como cuidamos das suas informações e como falar com a equipe.

Todos os canais da equipe

O que é a Coorte

Em 2019, conversamos com 2.313 mães nas maternidades de Rio Grande. Desde então, voltamos a conversar com as mesmas famílias de tempos em tempos.

2019

Nascimento

A primeira conversa, nas maternidades de Rio Grande, logo depois do nascimento dos bebês.

2020

Pandemia

Por causa da COVID-19, conversamos a distância, sobre saúde, família e como vocês estavam passando por aquele período.

2021–22

Novos acompanhamentos

Novas conversas sobre a saúde das mães e o desenvolvimento das crianças.

2023–24

Pós-COVID

As crianças já na pré-escola, com mais atenção à saúde emocional e ao desenvolvimento.

2025

6 anos

Um novo acompanhamento, que também pergunta sobre os efeitos de desastres climáticos, como as enchentes, nas famílias.

Agora

Pesquisa com câmeras

Já começamos o trabalho de campo: mãe e filho(a) jogam juntos usando câmeras pequenas, que registram a brincadeira do ponto de vista de cada um. Só com uma autorização específica de vocês.

O que já aprendemos com vocês

Cada resultado vem de um artigo científico publicado. Aqui está o que ele quer dizer, em poucas palavras.

Ver todos os resultados
  1. Durante a pandemia, mais mães passaram a ter sinais de depressão e ansiedade do que antes dela.

    Por que importa: Como já conversávamos com vocês antes da pandemia, foi possível medir essa mudança, e não só tirar uma foto daquele momento.

    Brazilian Journal of Psychiatry, 2021 · Ler o artigo ↗

  2. A preocupação com os filhos, como o medo de passar a COVID-19 para eles, esteve ligada a mais sofrimento das mães.

    Por que importa: Parte do sofrimento daquele período vinha justamente do cuidado com a segurança e o futuro das crianças.

    Brazilian Journal of Psychiatry, 2023 · Ler o artigo ↗

  3. Dormir pouco ou com dificuldade no fim da gravidez esteve ligado a mais sintomas de depressão e ansiedade.

    Por que importa: Prestar atenção ao sono pode ajudar a perceber quando uma gestante precisa de mais apoio.

    Sleep Health, 2023 · Ler o artigo ↗

  4. Quando as tarefas da casa são divididas de forma mais equilibrada, menos mães têm ansiedade moderada ou grave.

    Por que importa: A saúde das mães também depende de como o trabalho de casa e o cuidado são repartidos.

    Revista de Neuro-Psiquiatría, 2025 · Ler o artigo ↗

  5. 67,7% das mães não conheciam a posição recomendada para reduzir o risco de morte súbita do bebê, e só 1,9% receberam essa orientação no pré-natal.

    Por que importa: Mostra onde o atendimento pode melhorar: reforçar as orientações sobre sono seguro antes e depois do nascimento.

    Epidemiologia e Serviços de Saúde, 2024 · Ler o artigo ↗

Vocês também ajudam a desenhar a pesquisa

Ver mais sobre as oficinas

Em oficinas com mães e crianças da Coorte, perguntamos o que deveríamos observar nas interações (rosto, olhar, gestos, fala) e como melhorar a câmera usada no estudo. Também levamos jogos para brincar entre mãe e filho(a).

Mães e crianças da Coorte em volta de uma mesa durante uma oficina do GPIS, com crianças desenhando e escrevendo.
Materiais de uma oficina do GPIS: cartaz que pergunta quais comportamentos observar (rosto, olhar, gestos, fala) e cartas do jogo de perguntas “Quem é você?”.

Como cuidamos das suas informações

Saiba mais sobre os dados
  • Vídeos só com autorização

    Gravações com câmeras só acontecem com uma autorização específica de vocês. Os arquivos ficam guardados em local protegido, e só a equipe autorizada tem acesso.

  • Fotos só com autorização

    As fotos das oficinas foram feitas e publicadas com autorização explícita das mães, que também autorizaram a imagem das crianças.

  • Códigos no lugar dos nomes

    Quando as informações da Coorte são ligadas a outros registros de saúde, nomes e documentos ficam em um ambiente restrito, e as análises usam códigos no lugar dos nomes.

Ficou com alguma dúvida?

Fale com a equipe pelo WhatsApp, pelas redes sociais ou por e-mail. Respondemos perguntas sobre a pesquisa, os acompanhamentos e os resultados, e atualizamos o seu cadastro quando você mudar de telefone ou endereço.